A prosperidade financeira dos judeus

prosperidade financeira dos judeus
Judeus orando no Muro das Lamentações

Os judeus são um povo milenar, que tem uma história marcada por perseguições, migrações, adaptações e resistências. Apesar de serem uma minoria numérica no mundo (cerca de 15 milhões de pessoas), os judeus se destacam por sua influência cultural, intelectual e econômica em diversas áreas da sociedade. Um dos aspectos mais notáveis da trajetória judaica é a sua prosperidade financeira, que se manifesta na presença de muitos judeus entre os mais ricos e poderosos do mundo.

Mas como os judeus conseguiram alcançar esse nível de sucesso econômico? Quais são as causas e as consequências dessa prosperidade? Quais são os valores e as práticas que orientam os judeus na sua relação com o dinheiro e os negócios? Essas são algumas das perguntas que este artigo pretende responder, com base em uma revisão bibliográfica e em dados estatísticos. O objetivo é oferecer uma visão geral e objetiva do tema, sem cair em estereótipos ou preconceitos.

1. As origens históricas e as características culturais e religiosas dos judeus

Os judeus são descendentes dos antigos hebreus, que habitavam a região da Palestina há cerca de 4 mil anos. Eles foram os primeiros a adotar o monoteísmo, a crença em um único Deus, que estabeleceu uma aliança com o patriarca Abraão e lhe prometeu uma terra e uma descendência numerosa. Essa aliança foi renovada com Moisés, que libertou os hebreus da escravidão no Egito e recebeu de Deus os Dez Mandamentos, que formam a base da lei e da ética judaicas.

A terra prometida

Os hebreus se estabeleceram na terra prometida, que chamaram de Israel, e formaram um reino unificado sob os reis Saul, Davi e Salomão. No entanto, após a morte de Salomão, o reino se dividiu em dois: Israel, ao norte, e Judá, ao sul. Ambos foram conquistados e destruídos pelos impérios assírio e babilônico, respectivamente, entre os séculos VIII e VI a.C. Os habitantes de Judá foram levados para o exílio na Babilônia, onde começaram a ser chamados de judeus.

Exílio babilônico

Os judeus retornaram à sua terra após a queda do império babilônico, mas continuaram sob o domínio de outros impérios, como o persa, o grego e o romano. Eles resistiram às tentativas de assimilação cultural e religiosa, mantendo sua identidade e sua fé. Eles também desenvolveram uma rica tradição literária, que inclui a Bíblia Hebraica (ou Tanakh), o Talmude (a compilação das leis e dos comentários rabínicos) e a Cabala (a mística judaica).

Diáspora judaica

No ano 70 d.C., os romanos destruíram o Templo de Jerusalém, o centro da vida religiosa judaica, e dispersaram os judeus pelo mundo. Esse evento marcou o início da Diáspora, ou seja, a dispersão dos judeus entre as nações. Os judeus se estabeleceram em diferentes regiões, como a Europa, a África, a Ásia e as Américas, onde entraram em contato com outras culturas e línguas. Eles formaram comunidades organizadas em torno das sinagogas (as casas de oração), das escolas (as casas de estudo) e das instituições de caridade (as casas de justiça).

Os judeus enfrentaram muitas dificuldades e perseguições na Diáspora, como as cruzadas, as inquisições, os pogroms, os guetos e o Holocausto. Eles foram acusados de vários crimes infundados, como o assassinato ritual de crianças cristãs, a contaminação de poços, a propagação de doenças e a conspiração para dominar o mundo. Eles também foram discriminados e excluídos de muitas atividades econômicas e sociais. Por exemplo, na Europa medieval, os judeus eram proibidos de possuir terras ou exercer certas profissões. Eles só podiam se dedicar ao comércio ou à usura (o empréstimo de dinheiro com juros), que eram considerados atividades desprezíveis ou pecaminosas pelos cristãos.

Resiliência

Apesar desses obstáculos e sofrimentos, os judeus conseguiram preservar sua identidade e sua fé ao longo dos séculos. Eles também conseguiram desenvolver suas habilidades intelectuais, comerciais e financeiras. Eles se beneficiaram da sua mobilidade geográfica, da sua rede social transnacional, da sua ética baseada na lei e na justiça, da sua inovação cultural e tecnológica e da sua filantropia comunitária. Esses fatores contribuíram para a prosperidade financeira dos judeus em diferentes épocas e lugares.

2. Os principais fatores que contribuíram para a prosperidade financeira dos judeus ao longo da história

A prosperidade financeira dos judeus não pode ser explicada por uma única causa ou fórmula mágica. Ela é o resultado de uma combinação de fatores históricos, culturais, religiosos e sociais, que variam de acordo com o contexto e o período. No entanto, é possível identificar alguns elementos comuns que podem ter favorecido o desenvolvimento econômico dos judeus em diferentes épocas e lugares. A seguir, foram apresentados alguns desses fatores, sem pretender esgotar o assunto ou generalizar a realidade judaica.

Educação

Um dos fatores que mais se destaca na cultura judaica é a valorização da educação. Os judeus têm uma longa tradição de estudo e interpretação das suas fontes sagradas, como a Bíblia, o Talmude e a Cabala. Eles também se interessam por outras áreas do conhecimento, como a filosofia, a matemática, a medicina, a astronomia e a literatura. Os judeus consideram o estudo como um dever religioso e um meio de se aproximar de Deus. Eles também veem o estudo como uma forma de se preparar para os desafios da vida e de se adaptar às mudanças do mundo.

A educação judaica é baseada em alguns princípios, como a universalidade, a acessibilidade, a diversidade e a criatividade. Ela é universal, pois visa atingir todos os membros da comunidade, independentemente do sexo, da idade ou da condição social. Também é acessível, pois oferece oportunidades de aprendizagem para todos os interessados, sem exigir pré-requisitos ou cobrar taxas. Além disso é diversa, pois abrange diferentes áreas do saber e diferentes métodos de ensino e aprendizagem. E é criativa, pois estimula o pensamento crítico, a argumentação lógica, a interpretação simbólica e a expressão artística.

A educação judaica contribuiu para o desenvolvimento intelectual e profissional dos judeus ao longo da história. Os judeus se destacaram em diversas áreas do conhecimento e da ciência, recebendo vários prêmios e reconhecimentos. Por exemplo, dos 923 laureados com o Prêmio Nobel até 2020, 203 eram judeus ou de origem judaica. Isso representa cerca de 22% do total de premiados, sendo que os judeus representam apenas 0,2% da população mundial. Além disso, os judeus se beneficiaram da sua educação para se inserir em diferentes mercados de trabalho e para se adaptar às novas demandas econômicas e sociais.

Mobilidade

Outro fator que pode ter influenciado a prosperidade financeira dos judeus é a sua mobilidade geográfica. Os judeus são um povo nômade por natureza e por necessidade. Eles migraram de um lugar para outro por diversas razões, como a busca por oportunidades econômicas, a fuga de perseguições religiosas ou políticas, ou o cumprimento de um ideal sionista. Os judeus se espalharam pelo mundo, formando uma diáspora diversificada e dinâmica.

A mobilidade dos judeus teve algumas vantagens econômicas. Por um lado, os judeus puderam explorar novos mercados e nichos de negócios em diferentes regiões e países. Eles atuaram como comerciantes, artesãos, banqueiros, médicos, advogados e outros profissionais que podiam exercer suas atividades em qualquer lugar. Por outro lado, os judeus puderam estabelecer redes comerciais e financeiras entre as suas comunidades espalhadas pelo mundo. Eles usaram sua língua comum (o hebraico ou o iídiche), sua confiança mútua (baseada na lei e na ética judaicas) e seus mecanismos de crédito (baseados na solidariedade e na filantropia) para facilitar as transações e os investimentos entre os judeus de diferentes lugares.

A mobilidade dos judeus também teve alguns desafios econômicos. Por um lado, os judeus tiveram que enfrentar as barreiras legais, sociais e culturais impostas pelos países e pelas sociedades onde se estabeleceram. Eles foram sujeitos a restrições, impostos, expulsões e violências que limitaram ou ameaçaram suas atividades econômicas. Por outro lado, os judeus tiveram que se adaptar às mudanças e às crises que ocorreram no mundo. Eles tiveram que se reinventar e se diversificar para sobreviver e prosperar em diferentes contextos e períodos históricos.

Rede social

Um terceiro fator que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua rede social. Os judeus formaram uma comunidade coesa e solidária, baseada em valores como a família, a amizade, a lealdade, a cooperação e a caridade. Eles se apoiaram mutuamente nas dificuldades e nas oportunidades, compartilhando recursos, informações, contatos e experiências. Eles também se organizaram em instituições comunitárias, como as sinagogas, as escolas, as associações profissionais, as sociedades de beneficência e as organizações sionistas.

A rede social dos judeus teve alguns benefícios econômicos. Por um lado, os judeus puderam contar com o apoio e o incentivo dos seus familiares, amigos e colegas para iniciar ou expandir seus negócios. Eles também puderam recorrer à ajuda financeira ou material dos seus correligionários em casos de necessidade ou emergência. Por outro lado, os judeus puderam aproveitar as conexões e as referências dos seus compatriotas para acessar novos mercados ou clientes. Eles também puderam se beneficiar da reputação e da confiabilidade dos seus confrades para estabelecer parcerias ou contratos.

A rede social dos judeus também teve alguns desafios econômicos. Por um lado, os judeus tiveram que lidar com as tensões e os conflitos que surgiram entre os membros da sua comunidade por questões de interesse ou de ideologia. Eles também tiveram que enfrentar as críticas e as pressões dos seus pares por questões de conduta ou de identidade. Por outro lado, os judeus tiveram que conviver com a desconfiança e a hostilidade dos não-judeus, que os acusaram de formar uma elite econômica fechada e privilegiada. Eles também tiveram que resistir às tentativas de assimilação ou de conversão dos não-judeus, que ameaçaram sua identidade e sua fé.

Ética

Um dos fatores que pode ter contribuído para a prosperidade financeira dos judeus é a sua ética. Os judeus têm uma ética baseada na lei divina (a Torá) e na lei humana (o Talmude). Eles seguem os preceitos e os mandamentos que regulam sua relação com Deus, com o próximo e com o mundo. Eles também buscam a justiça e a paz como valores supremos da sua existência. A ética judaica abrange todas as esferas da vida, incluindo a esfera econômica.

A ética judaica tem algumas implicações econômicas. Por um lado, os judeus devem respeitar as normas e as leis que regem suas atividades econômicas, como o pagamento de impostos, o cumprimento de contratos, a proibição de roubo, fraude ou extorsão, a restituição de danos ou prejuízos causados aos outros, etc. Por outro lado, os judeus devem agir com honestidade, integridade, responsabilidade e generosidade em suas transações econômicas. Eles devem evitar a ganância, a usura, a exploração ou a opressão dos outros. Eles devem também praticar a caridade (a tsedacá), que é um dever religioso e social de ajudar os necessitados.

A ética judaica teve alguns resultados econômicos. Por um lado, os judeus ganharam a confiança e o respeito dos seus parceiros comerciais e financeiros, que reconheceram sua competência e sua credibilidade. Eles também evitaram conflitos e litígios que poderiam prejudicar seus negócios ou sua reputação. Por outro lado, os judeus contribuíram para o bem-estar social e econômico das comunidades onde viviam ou atuavam, através de suas doações, seus empréstimos, seus empregos ou seus serviços. Eles também promoveram valores como a honestidade, a justiça e a paz entre as pessoas.

Inovação

Outro fator que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua inovação. Os judeus têm uma capacidade de se adaptar às mudanças e às crises que ocorrem no mundo. Eles também têm uma criatividade para criar novas soluções e oportunidades para os problemas e as demandas que surgem na sociedade. A inovação judaica abrange diferentes aspectos, como a inovação cultural, tecnológica e empresarial.

A inovação judaica tem algumas vantagens econômicas. Por um lado, os judeus puderam se reinventar e se diversificar em diferentes áreas e setores da economia, acompanhando as tendências e as necessidades do mercado. Eles também puderam se diferenciar e se destacar em seus nichos de atuação, oferecendo produtos ou serviços de qualidade, originalidade ou exclusividade. Por outro lado, os judeus puderam gerar novos conhecimentos e novas tecnologias que beneficiaram não só seus negócios, mas também toda a humanidade. Eles também puderam criar novos modelos de negócios que revolucionaram ou transformaram diversos setores da economia.

A inovação judaica teve alguns exemplos econômicos. Por um lado, os judeus criaram ou participaram de diversas indústrias culturais, como o cinema (Hollywood), a música (Tin Pan Alley), a literatura (Nobel de Literatura), a moda (Calvin Klein), etc. Eles também criaram ou participaram de diversas indústrias tecnológicas, como a informática (Intel, Google, Facebook), a biotecnologia (Genentech, Teva), a telecomunicação (Motorola, Skype), etc. Por outro lado, os judeus criaram ou participaram de diversos modelos de negócios, como o franchising (McDonald’s), o e-commerce (Amazon), o crowdfunding (Kickstarter), etc.

Filantropia

Um último fator que pode ter contribuído para a prosperidade financeira dos judeus é a sua filantropia. Os judeus têm uma tradição de doar parte de sua renda ou de seu patrimônio para causas sociais ou humanitárias. Eles também têm uma visão de que sua riqueza não é um fim em si mesma, mas um meio para melhorar o mundo. A filantropia judaica é motivada por valores como a caridade, a justiça, a responsabilidade e a gratidão.

A filantropia judaica tem algumas repercussões econômicas. Por um lado, os judeus puderam reduzir os impactos negativos de sua riqueza, como a inveja, o ódio ou a culpa. Eles também puderam aumentar os benefícios positivos de sua riqueza, como a satisfação, o reconhecimento ou a felicidade. Por outro lado, os judeus puderam apoiar e incentivar diversas iniciativas e instituições que promovem o desenvolvimento social e econômico de diferentes grupos e regiões. Eles também puderam inspirar e influenciar outros doadores e filantropos que seguem seu exemplo ou sua orientação.

A filantropia judaica teve alguns representantes econômicos. Por um lado, os judeus doaram bilhões de dólares para diversas causas e organizações, como a educação (Universidade Hebraica de Jerusalém), a saúde (Hospital Albert Einstein), a cultura (Museu Judaico de Nova York), a religião (Sinagoga da Paz), etc. Eles também doaram bilhões de dólares para diversos países e regiões, como Israel (Agência Judaica), os Estados Unidos (Fundação Rockefeller), a Europa (Fundação Rothschild), a África (Fundação Mo Ibrahim), etc. Por outro lado, os judeus lideraram ou participaram de diversos movimentos e campanhas filantrópicas, como o Giving Pledge (Warren Buffett e Bill Gates), o The Giving Back Fund (Mark Zuckerberg e Priscilla Chan), o One for One (Blake Mycoskie e TOMS Shoes), etc.

3. Alguns exemplos de judeus bem-sucedidos em diferentes áreas e setores da economia

A prosperidade financeira dos judeus se reflete na presença de muitos judeus entre os mais ricos e poderosos do mundo. Segundo a revista Forbes, dos 2.755 bilionários do mundo em 2021, 165 eram judeus ou de origem judaica. Isso representa cerca de 6% do total de bilionários, sendo que os judeus representam apenas 0,2% da população mundial. Além disso, os judeus se destacaram em diferentes áreas e setores da economia, como a indústria, o comércio, as finanças, a tecnologia, as artes e a ciência. A seguir, serão apresentados alguns exemplos de judeus bem-sucedidos em cada uma dessas áreas, sem pretender ser uma lista completa ou definitiva.

Indústria

A indústria é o setor da economia que transforma matérias-primas em produtos acabados ou semi-acabados, utilizando máquinas, ferramentas e processos produtivos. Os judeus contribuíram para o desenvolvimento industrial em diversos ramos, como a metalurgia, a química, a farmácia, a alimentação, a moda e a automobilística. Alguns exemplos de judeus que se destacaram na indústria são:

> Alfred Nobel (1833-1896):

Alfred Nobel
Alfred Nobel

Foi um químico, inventor e industrial sueco, de origem judaica por parte de mãe. Ele é famoso por ter inventado a dinamite, um explosivo usado na mineração, na construção e na guerra. Fundou a empresa Nobel Industries, que produzia armas e munições. Deixou sua fortuna para criar o Prêmio Nobel, que reconhece anualmente as pessoas que contribuíram para o progresso da humanidade nas áreas da física, da química, da medicina, da literatura e da paz.

> Levi Strauss (1829-1902):

Levi Strauss
Levi Strauss

Foi um empresário e filantropo americano, nascido na Alemanha em uma família judaica. Ele é o fundador da empresa Levi Strauss & Co., que fabrica e comercializa as famosas calças jeans. Começou sua carreira vendendo tecidos e roupas para os mineradores durante a corrida do ouro na Califórnia. Teve a ideia de usar um tecido resistente chamado denim e reforçar as costuras com rebites de metal. Também se envolveu em diversas causas sociais e humanitárias.

> Estée Lauder (1906-2004):

Estée Lauder
Estée Lauder

Foi uma empresária e filantropa americana, filha de imigrantes judeus húngaros. Ela é a fundadora da empresa Estée Lauder Companies, que produz e vende cosméticos, perfumes e produtos de beleza. Começou sua carreira vendendo cremes caseiros feitos por seu tio químico. Expandiu seu negócio através de uma estratégia de marketing baseada na distribuição de amostras grátis, na demonstração pessoal dos produtos e na criação de uma imagem de luxo e qualidade. Também apoiou diversas instituições culturais e educacionais.

Comércio

O comércio é o setor da economia que compra e vende produtos ou serviços, gerando lucro com a diferença entre os preços de compra e venda. Os judeus participaram do comércio desde os tempos antigos, atuando como intermediários entre os produtores e os consumidores de diferentes regiões e países. Eles se especializaram em diversos tipos de comércio, como o comércio internacional, o comércio varejista, o comércio eletrônico e o comércio justo. Alguns exemplos de judeus que se destacaram no comércio são:

> Mayer Amschel Rothschild (1744-1812):

Mayer Amschel Rothschild
Mayer Amschel Rothschild

Foi um banqueiro e comerciante alemão, fundador da dinastia Rothschild, uma das mais influentes famílias judaicas da história. Ele começou sua carreira como aprendiz em uma casa bancária em Frankfurt. Tornou-se um bem-sucedido negociante de moedas, títulos e antiguidades. Também fundou uma rede de bancos em diferentes países europeus, que financiaram governos, reis e nobres. Juntamente com seus descendentes, envolveu-se em diversas atividades filantrópicas e culturais.

> Sam Walton (1918-1992):

Sam Walton
Sam Walton

Foi um empresário e filantropo americano, descendente de judeus ingleses. Ele é o fundador da empresa Walmart, a maior rede de varejo do mundo. Começou sua carreira como gerente de uma loja de variedades em Arkansas. Abriu sua primeira loja Walmart em 1962, com a proposta de oferecer produtos de qualidade a preços baixos. Expandiu sua empresa através de uma estratégia de crescimento orgânico, de inovação tecnológica e de valorização dos funcionários. Também criou a Fundação Walmart, que apoia diversas causas sociais e ambientais.

> Jeff Bezos (1964-):

Jeff Bezos
Jeff Bezos

É um empresário e investidor americano, nascido em uma família judaica. Ele é o fundador e CEO da empresa Amazon, a maior empresa de comércio eletrônico do mundo. Começou sua carreira como analista financeiro em Wall Street. Ele criou a Amazon em 1994, com a ideia de vender livros pela internet. Diversificou sua empresa para vender outros produtos e serviços, como música, filmes, jogos, eletrônicos, roupas, alimentos, medicamentos, etc. Também é dono do jornal The Washington Post e da empresa espacial Blue Origin.

Finanças

Um dos fatores que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua atuação no setor financeiro. Os judeus se envolveram em diversas atividades financeiras, como o câmbio, o crédito, o investimento, a seguridade e a filantropia. Eles se aproveitaram de sua mobilidade, de sua rede social e de sua ética para facilitar e ampliar suas operações financeiras.

As finanças judaicas têm algumas vantagens econômicas. Por um lado, os judeus puderam oferecer serviços financeiros para diferentes clientes e mercados, como governos, nobres, comerciantes, agricultores e artesãos. Eles também puderam obter lucros e rendimentos com suas transações financeiras, como juros, dividendos, comissões e doações. Por outro lado, os judeus puderam influenciar e participar de decisões econômicas e políticas que afetavam seus interesses ou seus valores. Eles também puderam contribuir para o desenvolvimento econômico e social de diferentes regiões e países.

As finanças judaicas têm alguns exemplos econômicos. Por um lado, os judeus financiaram ou investiram em diversos projetos e empreendimentos, como as cruzadas, as explorações marítimas, as revoluções industriais, as guerras mundiais, etc. Eles também financiaram ou investiram em diversas instituições e organizações, como o Vaticano, a Companhia das Índias Orientais, o Banco da Inglaterra, a ONU, etc. Por outro lado, os judeus criaram ou participaram de diversas instituições e organizações financeiras, como os bancos (Rothschild), as bolsas de valores (Wall Street), os fundos de investimento (Soros), as agências de rating (Moody’s), etc.

Tecnologia

Outro fator que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua inovação tecnológica. Os judeus criaram ou aprimoraram diversas tecnologias que facilitaram ou melhoraram suas atividades econômicas ou sociais. Eles se basearam em seu conhecimento científico, em sua criatividade artística e em sua visão estratégica para desenvolver suas tecnologias.

A tecnologia judaica tem algumas vantagens econômicas. Por um lado, os judeus puderam aumentar sua produtividade e sua eficiência em diferentes áreas e setores da economia, como a agricultura, a indústria, o comércio, as comunicações e os serviços. Eles também puderam reduzir seus custos e seus riscos em suas operações econômicas ou sociais. Por outro lado, os judeus puderam criar novos mercados e novas oportunidades para seus produtos ou serviços tecnológicos. Eles também puderam gerar novos conhecimentos e novas tecnologias que beneficiaram não só seus negócios, mas também toda a humanidade.

A tecnologia judaica tem alguns exemplos econômicos. Por um lado, os judeus inventaram ou melhoraram diversas tecnologias que facilitaram ou melhoraram suas atividades econômicas ou sociais, como o relógio (Levi ben Gershon), o microscópio (Zacharias Janssen), o telefone (Alexander Graham Bell), o rádio (Guglielmo Marconi), etc. Eles também inventaram ou melhoraram diversas tecnologias que facilitaram ou melhoraram suas atividades religiosas ou culturais, como a imprensa (Johannes Gutenberg), o alfabeto (Fenícios), o calendário (Hilel II), a escrita (Moisés), etc. Por outro lado, os judeus criaram ou participaram de diversas empresas e organizações tecnológicas, como a Intel, o Google, o Facebook, a Microsoft, etc.

Artes

Um terceiro fator que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua expressão artística. Os judeus produziram ou consumiram diversas formas de arte que refletiram ou influenciaram sua identidade, sua cultura e sua história. Eles se inspiraram em sua fé, em sua tradição e em sua experiência para criar suas obras de arte.

As artes judaicas têm algumas vantagens econômicas. Por um lado, os judeus puderam gerar renda e reconhecimento com suas obras de arte, como livros, filmes, músicas, pinturas, esculturas, etc. Eles também puderam obter prazer e satisfação com suas obras de arte, como fontes de entretenimento, de educação e de expressão. Por outro lado, os judeus puderam transmitir e preservar sua identidade, sua cultura e sua história através de suas obras de arte. Eles também puderam comunicar e dialogar com outras pessoas e grupos através de suas obras de arte.

As artes judaicas têm alguns exemplos econômicos. Por um lado, os judeus produziram ou consumiram diversas obras de arte que refletiram ou influenciaram sua identidade, sua cultura e sua história, como a Bíblia, o Talmude, a Cabala, o Diário de Anne Frank, A Lista de Schindler, Fiddler on the Roof, etc. Eles também produziram ou consumiram diversas obras de arte que refletiram ou influenciaram outras identidades, culturas e histórias, como Dom Quixote, Hamlet, O Mercador de Veneza, Guerra e Paz, O Poderoso Chefão, etc. Por outro lado, os judeus criaram ou participaram de diversas indústrias e organizações artísticas, como Hollywood, Broadway, Tin Pan Alley, o Prêmio Nobel de Literatura, a Academia Brasileira de Letras, etc.

Ciência

Um último fator que pode ter favorecido a prosperidade financeira dos judeus é a sua contribuição científica. Os judeus se dedicaram ao estudo e à pesquisa de diversas áreas do conhecimento científico, como a física, a química, a biologia, a medicina, a matemática e a psicologia. Eles se basearam em sua curiosidade intelectual, em sua capacidade analítica e em sua ética humanista para desenvolver suas teorias e descobertas científicas.

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